Rapidinhas
Rapidinhas 01.07.09
CIDINHA, O QUE VOCÊ ACHOU?
Do discurso da senadora Ideli Salvatti em defesa do Sarney?
Fez o que o Lula mandou fazer, mas quando afirmou que não se pode personalizar a crise, reconheceu que também está incluída nela.
No Globo de hoje consta que, pela primeira vez, a família admite a possibilidade de afastamento de Sarney.
Sobre isso, ouvi um comentário interessante, na CBN, não sei se da Miriam Leitão ou da Lucia Hippolito. É bem possível que, para se preservar, Sarney prefira continuar presidente que voltar a ser apenas mais um senador.
Faz sentido.
Do abaixo-assinado de artistas pela saída do Sarney?
Como sempre, chegaram mais tarde. Eles vão no embalo, depois que o assunto já virou unanimidade. É raríssimo, um artista falar antes, antecipar-se ao clamor. Arriscar-se.
Do primeiro caso de gripe suína no Congresso?
No Congresso e na Globo
Isso é que é parceria. Parece casamento – na alegria e na tristeza, na saúde e na doença.
Isso é que é parceria. Parece casamento – na alegria e na tristeza, na saúde e na doença.
Dos quinze anos do Plano Real?
A gente hoje nem sabe como conseguia sobreviver antes, no tempo em que tínhamos, por dia, a inflação de um ano.
No tempo do Sarney, por exemplo.
Da vingança do Michael Jackson?
Bem merecida. Para a mãe e filhos, os bens. Para o pai – que infernizou sua vida – as dívidas.
Basta ver a foto do seu Jackson vestindo um luto produzido, com corrente de ouro sobre cachecol preto para compreender a revolta do filho.
Da liminar do STJ suspendendo a ordem de prisão de Alessandra d’Ávila que matou o marido, em seu apartamento, na Barra?
Esse tipo de decisão desmoraliza a polícia.
Por que garantir esse privilégio? Por que não pode funcionar assim: a polícia prende, recebe os documentos, toma o depoimento e decide. Enquanto isso, o advogado toma as providências junto ao judiciário.
É assim que deve funcionar. Não sei se alguma coisa muda no caso dessa moça pelo fato de ela ter dupla nacionalidade.
Da reviravolta na investigação daquele homicídio no Paraná?
Desde que foi preso o acusado garantia que era inocente. Como tinha sido reconhecido pela única testemunha ocular, a noiva da vítima que foi ferida na fuga e violentada horas depois do crime, a polícia não teve dúvidas de sua culpa.
Desde que foi preso o acusado garantia que era inocente. Como tinha sido reconhecido pela única testemunha ocular, a noiva da vítima que foi ferida na fuga e violentada horas depois do crime, a polícia não teve dúvidas de sua culpa.
Com a prisão de ontem e os testes com a arma apreendida tudo leva a crer que dizia a verdade.
O depoimento de testemunha ocular não é tudo. Existem gêmeos ou pessoas muito parecidas, como parece ser o caso desses dois homens.
Quando o verdadeiro culpado não se apresenta ou é preso, vale o testemunho e o inocente mofa na cadeia
PRA LAMENTAR
As duas sessões extraordinárias, nos dias 8 e 9 de julho, logo no início do recesso, para votar projetos enviados à Alerj, pelo Judiciário.
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